BM prende cinco criminosos após assaltos em Gravataí

Cinco criminosos foram presos após uma série da assaltos a pedestres, na madrugada desta sexta-feira (18), em Gravataí. Após receber denúncias, a Brigada Militar iniciou buscas e localizou os bandidos em um veículo na região central de Gravataí. 

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Os criminosos tentaram fugir e a perseguição terminou somente em Viamão. Houve troca de tiros e dois assaltantes foram baleados. Eles foram levados sob custódia ao hospital. As vítimas reconheceram os bandidos.

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Policial federal aposentado é baleado em assalto no bairro Santa Tereza

Um policial federal aposentado foi baleado em uma tentativa de roubo de veículo, na noite desta quinta-feira (17), na zona sul de Porto Alegre. O caso ocorreu na esquina das ruas Orfanotrófio e Sepé Tiaraju, no bairro Santa Tereza, por volta das 23h. 

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O policial foi ao local para ajudar o filho, que havia furado o pneu do carro, quando houve a abordagem dos criminosos. Foram dois bandidos que chegaram ao local. O policial federal reagiu e houve troca de tiros. Ele acabou sendo baleado no rosto e no antebraço. 

Uma equipe de socorro passou pelo local pouco depois do crime e levou a vítima ao postão da Vila Cruzeiro. Ele foi transferido ao Hospital de Pronto Socorro. Não há detalhes sobre a gravidade dos ferimentos e nem foi informada a identificação do policial. A dupla de criminosos conseguiu fugir.

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Agência da Caixa é arrombada no bairro Cavalhada

Criminosos arrombaram uma agência da Caixa Econômica Federal, na madrugada desta sexta-feira (18), na zona sul de Porto Alegre. O banco fica na Rua Campos Velho, no bairro Cavalhada. 

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De acordo com a Brigada Militar, cinco homens quebraram a porta de vidro do banco e abriram um caixa eletrônico com o uso de maçarico. Ainda não há informações se o dinheiro foi levado. O ataque ocorreu pouco depois das 4h. 

A quadrilha fugiu em uma Fiorino branca e em um Ford Fiesta. A polícia faz buscas.

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IPC-Fipe avança 0,22% na 2ª quadrissemana de agosto

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,22% na segunda quadrissemana de agosto, depois de registrar avanço marginal de 0,04% na primeira quadrissemana deste mês, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na segunda leitura de agosto, ganharam força os grupos Habitação (de -0,19% na primeira quadrissemana para 0,26% na segunda quadrissemana), Transportes (de 0,66% para 1,41%) e Educação (de 0,33% para 0,36%).

Por outro lado, desaceleraram os grupos Alimentação (de -0,32% para -0,54%), Saúde (de 1,31% para 1,19%) e Vestuário (de 0,04% para -0,07%).

Já o grupo Despesas Pessoais recuou 0,12% na segunda quadrissemana, repetindo a variação da prévia anterior.

Veja abaixo como ficaram os itens que compõem o IPC-Fipe na segunda quadrissemana de agosto:

– Habitação: 0,26%

– Alimentação: -0,54%

– Transportes: 1,41%

– Despesas Pessoais: -0,12%

– Saúde: 1,19%

– Vestuário: -0,07%

– Educação: 0,36%

– Índice Geral: 0,22%

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Os gastos com pessoal

Os gastos com pessoal

Não é só no Executivo federal, mas também nos Estados e em muitos municípios há distorções históricas na folha de pessoal. Por mais que os servidores tenham direito a uma remuneração condizente com o posto que ocupam e apontem argumentos consistentes a seu favor, os números deixam evidente: não há qualquer possibilidade de ajuste fiscal sem algum tipo de sacrifício também por parte do funcionalismo. Este, portanto, não é o momento de os parlamentares se esquivarem, no esforço de evitar prejuízos eleitorais, mas, sim, de se posicionarem com clareza diante da questão. É preciso corrigir deformações, mas sem ampliar ainda mais as diferenças de ganhos entre os servidores de diferentes instâncias e poderes, que já são consideráveis.

Na proposta que caberá ao Congresso examinar a partir de agora, o governo federal pede a definição de um teto salarial equivalente aos ganhos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 33.763, que já deveria estar em vigor há muito tempo. A dificuldade de agir na faixa de maiores ganhos, representada por corporações mais influentes, ajuda a explicar em muito o excessivo comprometimento das receitas com salários. Relatório recém divulgado mostra que, de cada R$ 100 que os Estados arrecadam, quase R$ 60 são gastos hoje para pagar as despesas com a folha, incluindo funcionários em atividade, aposentados e pensionistas.

No caso dos Estados, a explosão das despesas com pessoal fica mais evidente entre 2010 e 2016. Nesse período, os gastos se ampliaram em 6,9 pontos percentuais, elevando-se para 59,8% das receitas. O Rio Grande do Sul, hoje em busca de uma solução para o Instituto de Previdência do Estado (IPE), aparece como um dos recordistas em rombo previdenciário, depois de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. E nada menos de 2 mil prefeituras no país estão com gastos de pessoal acima do limite, conforme estudo recém divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Mudanças são inevitáveis, ainda que seja difícil corrigirem-se distorções salariais sem cometer injustiças. Justamente por isso é que a sociedade precisa ficar atenta à atuação do Congresso e dos Legislativos nos Estados e municípios a partir de agora. Qualquer ajuste fiscal ficará incompleto sem enfrentar as distorções salariais, mas as correções não podem contribuir para agravar ainda mais a desigualdade entre os servidores.

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