Limousine exclusiva da Bentley é transformada por crianças

Hotel suíço transforma modelo exclusivo de Limousine em obra de arte com a ajuda de crianças (Foto: reproduçao)

 

A desejada e charmosa Limousine da Bentley já era um grande atrativo do Grand Hotel Les…

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Microsoft cria ferramenta que ‘prevê’ resultados de lutas do UFC

Lyoto Machida tem 52% de chance de vencer Derek Brunson, segundo a ferramenta (Foto: Getty Images/	Richard Wolowicz )

 

Estatístias são fundamentais para o esporte. Atletas, treinadores, preparadores físicos, jornalistas e fãs precisam de dados para alimentar seu conhecimento sobre si mesmos e seus adversários. E no UFC não seria diferente.

Aproveitando a passagem do evento por São Paulo, neste sábado (28), a organização de MMA apresentou uma parceria com o buscador Bing, da Microsoft. Agora, qualquer usuário pode encontrar estatísticas de milhares de lutas – e até algumas previsões de resultados.

 

“Nós analisamos e compilamos dados de 6.100 lutas do UFC desde 1993”, conta o engenheiro responsável pelo projeto, Carlos Crestana. “São dados como pontos, golpes, socos, tentativas e erros que, cruzados com informações sobre comportamento dos fãs e notícias, permitem que nós possamos indicar as probabilidades de vitória em cada luta”, explica.

O engenheiro não revela como exatamente o algorítmo chega a essas probabilidades, mas diz que “são informações disponíveis na web combinadas com outras da nossa base de usuários”. O resultado dessa conta na luta principal da noite, por exemplo, entre Lyoto Machida e o americano Derek Brunson, é de 52% para uma vitória do veterano brasileiro – apesar de uma vantagem atlética de Brunson, o fator torcida também pesa no cálculo.

As previsões das lutas do UFC São Paulo, deste sábado (Foto: Reprodução/ Bing)

 

“Eu não fazia ideia de que minha última luta tinha sido assim, mas agora eu sei até quantos socos eu dei”, diz a lutadora Jéssica Andrade ao ter contato com a ferramenta. “Isso com certeza muda a forma de se preparar e estudar as adversárias”, completa a colega Poliana Botelho.

Segundo a Microsoft, a assertividade dos palpites é superior à das casas de aposta de Las Vegas. Ou seja, essa pode ser sua chance de ganhar algum dinheiro com as lutas – ou só curtir o UFC de um jeito diferente.

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Você nunca mais vai se vestir do mesmo jeito para curtir a noite

Camisa e jaqueta Dolce&Gabbana (Foto: Greg Swales)

Camisa, calça e jaqueta Emporio Armani | Botas e choker (usado em quase todas as fotos) Alexander McQueen (Foto: Greg Swales)

Sobretudo Hugo Boss | Camiseta Versace | Calça…

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Conheça o Caminho de Abraão: oito países e 2 mil km no Oriente Médio

Caminho de Abraão, Oriente Médio (Foto: Divulgação)

 

Talvez não haja utopia maior para a humanidade do que conseguir a paz no complexo equilíbrio de forças, povos e crenças do Ori…

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Exposição mostra como decisões do Vale do Silício mudam nossas vidas

Ilutração Arte (Foto: Marcus Penna)

 

A The Future Starts Here, exposição no Victoria and Albert Museum, em Londres, que começa em 12 de maio e termina em 4 de novembro de 2018, vai mostrar como as decisões tomadas pelos gigantes da tecnologia estão roubando a nossa liberdade. É arte – e é também um retrato um tanto incômodo dos nossos tempos.

“Eu li muitos livros sobre o poder do Facebook e das redes sociais, que mostram como essas empresas dominam quase tudo”, diz o australiano Rory Hyde, curador da exposição ao lado da portuguesa Mariana Pestana. “Percebe-se que os mesmos poderes que têm esse alcance global e podem ser mal utilizados também podem ser entendidos em outros contextos. O futuro não está todo definido. Ainda há uma chance de mudar as coisas.”

 


A exposição trará mais de 100 objetos que tratam de temas como inteligência artificial, cultura da internet, satélites e aparelhos inteligentes. Os itens que serão exibidos estão no mercado ou ainda são protótipos, mas serão fabricados. “Todos devem contar uma história e mostrar para onde vamos e qual é o nosso papel nisso”, diz Hyde. Essencialmente, a mostra discute como a tecnologia e o design podem moldar nossa experiência cotidiana.

Nas pesquisas que realizaram para a mostra, os curadores viram uma clara tendência: a sensação de que temos pouquíssimo controle em um mundo dominado pelas gigantes da tecnologia. “Isso pode abranger tudo, desde a Apple alterando a entrada do cabo do carregador do seu iPhone até a percepção de que o governo está lendo seus e-mails. O futuro não está mais em nossas mãos. A trajetória da tecnologia está definindo esse futuro. Acabamos virando quase que apenas passageiros.”

Aqui, acreditam os curadores, é que o poder coletivo pode equilibrar o jogo. Em um exemplo, o museu exibirá um modelo da sede da Apple, projetado pela Foster + Partners, ao lado de uma ponte para pedestres em Roterdã, construída graças a um crowdfunding. É mesmo para pensar.

Não é só com restaurantes e um arroz estranho que o Vale do Silício tem se preocupado. É com nossas vidas.

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