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ÖUS e Rider se unem ao tatuador Jun Matsui para lançar chinelo de estampa oriental

ÖUS de Rider X Jun Matsui (Foto: Divulgação)

 

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Matheus e Kauan falam sobre paternidade: ‘é dolorido passar um tempo longe’

O músico Kauan com a esposa, Sara, e os filhos Sophia e Bernardo (Foto: Reprodução/Instagram)

 

De dois em dois, essa matemática de irmãos sertanejos ainda vai dar muito caldo no Brasil. Um dos exemplos vem do espírito de irmandade de Matheus e Kauan, que se colocam como cantores de música pop brasileira, mas afirmam isso por acreditar que o sertanejo é, sim, parte da MPB.

Mas esse texto não é sobre música, apesar de que vale ressaltar que Matheus Aleixo Pinto, que nasceu em 1994, e Kauan Osvaldo Pinto Rosa, de 1988, são naturais de Itapuranga, Goiás, e desde 2010 cantam juntos. O primeiro hit veio em 2015: Que Sorte a Nossa alcançou 180 milhões de acessos na internet e hoje eles já contam com quatro discos lançados e fãs por todo o Brasil.

A ideia é ir além dos palcos, quando o artista termina o show, recebe o aplauso e pega a estrada de volta pra casa. Matheus é pai de Davi, de 3 anos, e Kauan tem a Sophia, de 4 anos, e o Bernardo de 3. São Paulo foi a cidade onde ambas as famílias decidiram morar, uma decisão que artistas tomam devido às oportunidades que a cidade oferece. Abaixo, um bate-papo com eles sobre paternidade.

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Kauan não canta para nanar, mas ensina os filhos a cantar

GQ Brasil – Você começou muito cedo, cantando na igreja?

Kauan – Sim, comecei cantando na igreja com 8 anos. Meu pai cantava na igreja também, mas não era nada profissional. Ele só gostava de música.

GQ Brasil – Seu pai faleceu quando você era pequeno. Quais as lembranças que tem dele?

Kauan – Eu tinha 9 anos e o Matheus, 3. O Marcos, nosso irmão do meio, tinha 4. Tenho várias lembranças boas dele. Era um homem bondoso e muito querido por todos.

GQ Brasil – Como foi administrar os primeiros anos de vida dos seus filhos com as viagens, shows, gravações? Qual o papel de sua esposa?

Kauan – A parte mais difícil da carreira é ter que ficar longe deles. O que me conforta é que sei que eles estão bem, felizes e recebendo muito carinho e cuidado da minha esposa, Sara. Sempre que consigo uma folguinha, eu corro para casa vê-los. Eles são a minha maior riqueza. Nós damos o nosso jeitinho de conciliar, assim como fazem pais e mães que trabalham e passam parte do dia longe de seus filhos. É dolorido passar um tempo longe, mas sei que é para proporcionar o melhor a eles. Apesar da distância, o amor não falta nunca.

GQ – Como é ser pai de crianças de sexo apostos? O que tenta ensiná-los?

Kauan – Ser pai de um menino e de uma menina é incrível porque você aprende muito mais. Cada um tem o seu jeito. O Bê é mais agitado, não para quieto! A Sophia é mais carinhosa. O amor pelos dois é o mesmo, mas são sensações diferentes. Tento ter muita sabedoria para educar e criar eles da melhor forma possível. O principal conselho que posso dar a eles é amar e respeitar o próximo, como Deus nos ensinou.

GQ – O que é ser pai pra você?

Kauan – Para mim ser pai é receber o maior presente que Deus pode dar. É uma felicidade e um amor que são impossíveis de explicar. Meus filhos são os maiores amores da minha vida.

GQ – Sendo um cantor, você canta para seus filhos?

Kauan – Nunca fui de cantar para eles dormirem (risos). Acho que eles não gostavam muito de barulho. Mas eu canto com eles em outras horas do dia. E olha que eles são talentosos, hein?

Longe dos palcos, Matheus é o Super Pai Autodidata
O cantor Matheus com o filho Davi (Foto: Reprodução/Instagram)

 

 

GQ – Você é irmão mais novo de Kauan e perdeu seu pai muito cedo. De que forma o Kauan foi um pai para você?

Matheus – O Kauan é 6 anos mais velho que eu. Não é tanta coisa assim hoje em dia, mas naquela época eu via muito o Kauan como um espelho. Sempre o admirei e me inspirei nele.

GQ –  Você virou músico por influência de seu irmão? Tem lembranças de seu pai?

Matheus – De certa forma, sim. Foi o Kauan quem me introduziu à música desde muito novo. Sobre o meu pai, não lembro de muita coisa. Eu tinha apenas 3 anos, tenho vagas lembranças.

GQ – Por não ter tido a presença de um pai, como faz para ser pai?

Matheus – Acho que quando a gente ganha um filho, automaticamente você começa a ter esse feeling de paternidade. Ser pai mudou muita coisa na minha vida. Hoje vejo a vida de outra forma. Acho que a paternidade me fez ser uma pessoa melhor.

GQ – E o Davi, como é a personalidade dele?

Matheus – O Davi é um menino iluminado, calmo, amoroso e inteligente. Da mãe, acredito que tenha a beleza (risos). De mim, a música. Ele ama tudo que envolve música!. Não sei. Ele é muito apegado a mim, mas também é muito apegado a Paula. Ele é um menino doce e educado, mas é muito agitado também. Gosta muito de brincadeiras fora da internet. Gosta de correr, de brincar, de cantar músicas infantis. Ele também gosta muito de super-heróis! O favorito é o Homem-Aranha.

GQ – O que é ser pai pra você?

Matheus – Ser pai é o melhor presente que pude ter. Eu fui aos 21 anos, relativamente novo. E isso me ajudou a evoluir, a ser uma pessoa melhor e a amadurecer mais rápido. Quando você ganha um filho, ele passa a ser a prioridade da sua vida. E, sem dúvidas, o Davi é a minha prioridade. Tudo o que faço é pensando nele.

GQ – Vida de pai e rotina de trabalho, como fica?

Matheus – A rotina de shows é estrada e sempre muito puxada. Então, quando consigo ficar em casa, não desgrudo dele. Desde a hora que ele acorda até a hora de dormir, fico ali do lado. Busco ele na escolinha, vou pro parque, invento programações, tudo isso pra ver um sorriso no rosto dele.

GQ – Quais músicas você cantou e canta pra ele? O Davi curte só sertanejo ou outros gêneros?

Matheus – Canto vários gêneros no violão pra ele, desde de músicas de ninar e infantis até sertanejo e pop. Eu acho que ele gosta mais de pop (risos).

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O rolê de Thiaguinho na Europa (segundo ele mesmo)

Thiaguinho (Foto: Divulgação)

 

De turnê na Europa, nosso Homem do Ano em Estilo em 2017, Thiaguinho, aproveitou para turistar e anotar o que viu de mais de interessante. Pedimos umas dicas e ele resolveu nos mandar um relato.

Com vocês, o rolê de Thiaguinho na Europa.

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“Eu conheci os principais pontos turísticos das cidades e tentei observar um pouco de cada cultura. Na maior parte delas, passei apenas um dia. Então, não deu para visitar muita coisa. Mas aproveitei as horinhas antes dos shows para curtir. O clima estava muito frio, já é quase inverno por lá. Peguei uma média de 5 graus nas cidades.

Thiaguinho (Foto: Divulgação)

 

“Em Dublin, fiquei 2 dias. Foi a cidade que passei mais tempo nessa viagem. Lá, conheci o Dublin Castle. Pude também reparar um pouco mais na forma como os irlandeses vivem. Fui em um pub bem tradicional, o The Temple Bar. Dublin é uma cidade muito pequena, mas muito acolhedora. É impressionante a quantidade de brasileiros que vivem lá, são muitos! 

“Em Paris, fui duas vezes na torre Eiffel, de dia e de noite. De noite ela fica deslumbrante, com todas aquelas luzes piscando. Eu já conhecia, mas não me canso de voltar. Visitei também a catedral de Notre Dame. É um lugar incrível, muito bonito por dentro. Sou muito religioso, então foi um momento em que pude agradecer muito por todas as bençãos que tive este ano. Não consegui ir no Louvre por falta de tempo, infelizmente.

“Em Milão, visitei a Catedral de Milão, Duomo di Milano, que é uma das mais bonitas que já fui na vida!

Thiaguinho (Foto: Divulgação)

 

“Em Amsterdam, não resisti e peguei uma bike para dar uma volta pelas ruas da cidade e passear pelos canais. É impressionante como lá é organizado e estruturado para os ciclistas.

“Fiz o caminho de Zurich até Genebra de carro e recomendo muito! É pertinho, somente umas 3 horas. É uma das estradas mais bonitas que já percorri. Estava cheio de neve, mas vimos paisagens lindas e muita natureza ao redor.”

Thiaguinho (Foto: Divulgação)

 

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‘Gosto de expor mais minha música do que a vida pessoal’, diz Dilsinho

Dilsinho veste Louis Vuitton (Foto: Pedro Dimitrow)

 

A música Ioiô, com participação de Ivete Sangalo, já soma mais de 14 milhões de visualizações no YouTube. É dele também o hit Maluca Pirada, imortalizado na voz de Alexandre Pires com participação de Mumuzinho. Dilsinho é um fenômeno do samba pop. Ensaio Aberto, seu disco mais recente, foi lançado em agosto deste ano.

Com vocês, Dilsinho. (Instagram: 1.632.000 seguidores / YouTube: 442.995.665 visualizações / Spotify: 1.903.355 ouvintes mensais*)

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GQ Brasil – Disco, digital, YouTube ou show?

Dilsinho – Digital.

GQ Brasil – Música que você está ouvindo agora?

Dilsinho Speechless, Dan + Shay

GQ Brasil – O featuring perfeito com você seria com quem?

Dilsinho – Sempre tive vontade de gravar com o Luan Santana. Gravamos juntos uma música no Terra do Nunca, meu primeiro DVD que sairá em breve.

GQ Brasil – Um look ideal pra show seria?

Dilsinho – Meu estilo é mais básico. Gosto muito de jeans e roupa preta.

GQ Brasil – Sua vida é um Instagram aberto? Comente?

Dilsinho – Sou um pouco mais reservado em relação a minha vida pessoal, gosto de expor mais a minha música.

GQ Brasil – Já escreveu música pra conquistar alguém? Deu certo?

Dilsinho – Eu componho desde adolescente e sempre gostei de escrever sobre amor e sobre o que estou vivendo. As músicas que eu faço tem a ver com meu estado de espírito e com o que estou passando naquele momento.

GQ Brasil – Um disco clássico? Um guilty pleasure?

DilsinhoSó Pra Contrariar Acústico, de 2002.

GQ Brasil – Uma música pra cantar no banho?

DilsinhoEpitáfio, dos Titãs.

GQ Brasil – Qual o verso mais sexy de todos os tempos?

Dilsinho – “Te amo agora antes que o dia acabe”, de Amanhã não se sabe, LS Jack.

Stylist: Luiz Bonassoli. Grooming: Roni Modesto. Assistentes de Fotografia: Adrian Ikematsu e Thaisa Nogueira.
*Números de 22/10/2018